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SINAL/RUÍDO — Dossiê
SR-CASE-0017

Nimitz "Tic Tac" e vídeos Gimbal / GoFast

2004 / 2015Costa da Califórnia e Atlântico, EUA Oficialmente "não identificado" pelo Departamento de Defesa Nível 2 · Caso indexado
Resumo

Três vídeos captados por sensores de caças da Marinha dos Estados Unidos formam o núcleo documental deste caso: o FLIR1, apelidado "Tic Tac" pelo operador de sensores Chad Underwood, gravado em 2004 por um F/A-18 do USS Nimitz ao largo de San Diego; e Gimbal e GoFast, gravados em janeiro de 2015 por tripulações do USS Theodore Roosevelt usando pod de mira ATFLIR. Os três circularam de forma não oficial entre 2007 e 2018 antes de o Departamento de Defesa americano os desclassificar e liberar formalmente em 27 de abril de 2020 — um marco raro de reconhecimento institucional para material audiovisual desse tipo. Para o vídeo GoFast, o analista cético Mick West propôs que a aparente alta velocidade do objeto é um efeito de paralaxe: a câmera está em movimento, e o objeto seria, na verdade, um balão distante visto de perto — hipótese tecnicamente plausível, mas não adotada como posição oficial. O FLIR1 ("Tic Tac"), que não mostra rotores, esteira de rotor nem superfícies de controle visíveis no infravermelho, carece de uma explicação convencional equivalente. Ao liberar os três vídeos, o próprio Departamento de Defesa declarou que os fenômenos neles registrados "permanecem caracterizados como não identificados" — sem afirmar nave, e sem confirmar origem convencional para todos os casos.

O que aconteceu em poucas linhas, sem interpretação embutida.

Documento
Vídeo militar oficial

FLIR1 ("Tic Tac")

Gravado por F/A-18 do USS Nimitz ao largo de San Diego; o tenente-comandante Chad Underwood, operador de sensores, cunhou o apelido "Tic Tac" pela forma do objeto no infravermelho — sem rotores, sem esteira de rotor, sem superfícies de controle visíveis.

Data: 2004; liberado oficialmente em 27·04·2020 · Origem: Departamento de Defesa dos EUA / Marinha

Vídeo militar

Gimbal e GoFast

Gravados por tripulações de F/A-18 do grupo USS Theodore Roosevelt em janeiro de 2015, usando pod de mira ATFLIR. Não localizados no Wikimedia Commons nesta revisão — hospedados nos sites oficiais do DoD/NAVAIR.

Data: jan·2015; liberado oficialmente em 27·04·2020 · Origem: Departamento de Defesa dos EUA / Marinha

Não hospedado aqui por direitos autorais — ver fonte original →
Testemunhos

Tripulações de F/A-18 do USS Nimitz (2004) e USS Theodore Roosevelt (2015)

QUANDO DECLAROU
Contemporâneo, em relatórios militares; depoimentos públicos posteriores de alguns tripulantes
TEMPO APÓS O EVENTO
Vídeo é contemporâneo; entrevistas públicas de tripulantes vieram depois
VERSÕES EXISTENTES
Análises céticas (Mick West) argumentam que o GoFast é consistente com um balão visto de longe, com a velocidade aparente sendo efeito de paralaxe da câmera em movimento
OUTRAS TESTEMUNHAS
Múltiplos operadores de sensores e pilotos em dois grupos de porta-aviões distintos
Cronologia
  1. 2004

    Gravação do vídeo FLIR1 ("Tic Tac") pelo USS Nimitz.

  2. jan·2015

    Gravação dos vídeos Gimbal e GoFast pelo USS Theodore Roosevelt.

  3. 2007–2018

    Os três vídeos vazam publicamente por diferentes canais antes da liberação oficial.

  4. 27·04·2020

    Departamento de Defesa libera oficialmente os três vídeos.

Hipóteses

Todas no mesmo campo de avaliação. Nenhuma vence por padrão.

Erro instrumental

Para o GoFast: análise cética de Mick West propõe que a aparente alta velocidade é efeito de paralaxe, sendo o objeto um balão distante visto de perto pela câmera em movimento — hipótese relevante, não descartada nem confirmada oficialmente.

Hipótese extraordinária

Não afirmada pelo próprio DoD: ao liberar os vídeos em 2020, o Departamento afirmou explicitamente que os fenômenos neles "permanecem caracterizados como não identificados" — sem afirmar nave, nem confirmar origem convencional para todos os casos.

Contradições
  • A análise de paralaxe para o GoFast é tecnicamente plausível, mas não é a posição oficial do DoD, que mantém a classificação de "não identificado" mesmo após a liberação formal dos vídeos.
  • O FLIR1 ("Tic Tac") carece de uma explicação convencional amplamente aceita equivalente à hipótese de balão proposta para o GoFast.
O que sabemos
  • Os três vídeos são registros militares autênticos, oficialmente desclassificados e liberados pelo DoD em 27/04/2020.
  • O próprio Departamento de Defesa classifica os fenômenos registrados como não identificados, sem afirmar origem extraordinária nem convencional definitiva.
O que não sabemos
  • A causa física de cada um dos três eventos.
  • Se a hipótese de paralaxe proposta para o GoFast se aplica igualmente ao FLIR1 e ao Gimbal.
O que precisaríamos saber
  • Dados brutos adicionais de radar e telemetria dos três eventos, além do vídeo em infravermelho já público.
Vídeos

Documentários, entrevistas e cobertura sobre o caso. Vídeo de terceiro não é evidência do caso — é material de contexto.

EncountersArchive

Pentagon UFOs - FLIR, GIMBAL, GOFAST

Compilação dos três vídeos oficiais desclassificados pelo Departamento de Defesa dos EUA em 2020.

Ver no YouTube ↗
Fontes

Entrevista ou podcast entra aqui como caminho para uma alegação, nunca como prova da alegação.