Operação Prato / Colares
Entre outubro e dezembro de 1977, moradores de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá, na Baía do Marajó, relataram uma sequência incomum de luzes noturnas sobre a região. A Aeronáutica respondeu com uma operação formal em duas fases, comandada pelo Brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira e coordenada no terreno pelo Capitão Uyrangê Hollanda, reunindo depoimentos civis, fotografias e formulários de ocorrência. Diferente da maioria dos casos deste arquivo, aqui a existência da investigação em si nunca foi contestada: o fundo documental completo — 758 itens entre relatórios, fotos, matérias de imprensa, vídeos e áudios produzidos pela Aeronáutica entre 1964 e 1985 — está hoje digitalizado e publicamente disponível no Arquivo Nacional. O que permanece em aberto é a origem física dos fenômenos relatados; boa parte da narrativa popular que circula sobre o caso foi construída décadas depois, sem se apoiar diretamente nesse acervo.
O que aconteceu em poucas linhas, sem interpretação embutida.
Fundo OVNI do Arquivo Nacional (sistema SIAN)
758 documentos digitalizados — relatórios, depoimentos, fotos, formulários, matérias de imprensa, vídeos e áudios — produzidos pela Aeronáutica entre 1964 e 1985, incluindo o material da Operação Prato.
Origem: Arquivo Nacional
Não hospedado aqui por direitos autorais — ver fonte original →Moradores de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá
- QUANDO DECLAROU
- Durante as duas fases da operação (out–dez·1977)
- TEMPO APÓS O EVENTO
- Variável — parte dos relatos foi colhida durante a própria operação
- VERSÕES EXISTENTES
- Relatos civis e registros da operação militar nem sempre coincidem em detalhes
- OUTRAS TESTEMUNHAS
- Múltiplas, coletadas ao longo dos meses de operação
-
20·out–11·nov·1977
Primeira fase da operação, sob comando do I COMAR.
-
25·nov–5·dez·1977
Segunda fase da operação.
-
2012
Comissão Mista de Reavaliação de Informações confirma a destinação do acervo ao Arquivo Nacional.
Todas no mesmo campo de avaliação. Nenhuma vence por padrão.
A operação em si é fato documentado, comandada pelo Brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira, com o Capitão Uyrangê Hollanda na coordenação operacional.
Parte dos relatos civis é compatível com fenômenos luminosos não identificados, sem análise instrumental de época que permita classificação segura hoje.
Frequentemente associada ao caso na cultura popular, mas os documentos disponíveis provam a investigação, não a origem dos fenômenos relatados.
- A existência da operação é fato; a interpretação popular do que ela investigava (e do que teria concluído) muitas vezes excede o que os documentos afirmam.
- Parte da narrativa que circula publicamente sobre o caso foi construída décadas depois, sem se apoiar diretamente no fundo documental do Arquivo Nacional.
- A Aeronáutica conduziu uma operação formal em duas fases, entre outubro e dezembro de 1977.
- 758 documentos desse período estão preservados, digitalizados e publicamente acessíveis no Arquivo Nacional.
- A origem física dos fenômenos que motivaram a operação.
- O conteúdo integral de todos os documentos do fundo, que exige pesquisa direta no acervo.
- Consulta sistemática do fundo documental completo (SIAN, Arquivo Nacional).
- Cruzamento entre os relatos civis coletados na época e os registros oficiais da operação.
Documentários, entrevistas e cobertura sobre o caso. Vídeo de terceiro não é evidência do caso — é material de contexto.
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O.V.N.I.S. (Disco Voador) — Operação Prato, Aparição/Colares Amazônia — Fantástico
Reportagem jornalística do Fantástico sobre os relatos de luzes e a Operação Prato em Colares, Pará.
Ver no YouTube ↗- Fonte institucional Arquivo Nacional — Que República é Essa: os OVNIs no Arquivo Nacional
- Fonte institucional Ministério da Justiça — Acervo sobre OVNIs é um dos mais visitados no Arquivo Nacional
- Imprensa contemporânea Correio Braziliense — Arquivo Nacional divulga 900 registros de OVNIs
- Referência contextual Wikipedia (EN) — Operação Prato
Entrevista ou podcast entra aqui como caminho para uma alegação, nunca como prova da alegação.
Removida uma fotografia da seção de evidências.
Motivo: A origem da imagem não pôde ser confirmada de forma independente; permanece descrita no texto, mas não exibida como evidência.
O romance usa o cenário real da região e o fato da existência do acervo como ponto de partida para uma investigação inventada. O que a equipe fictícia encontra ali não corresponde a nenhum documento real — veja a página do livro.
Ver a página do livro →