Alex Jr. Kich

Escritor, artista e criador de mundos.

Vivo no Rio Grande do Sul. Desenho, componho e escrevo histórias em escalas muito diferentes: algumas olham para o céu, outras constroem mundos inteiros, outras cabem debaixo de uma cama.

Mas a regra é sempre a mesma:

O conceito pode ser enorme, mas o conflito precisa continuar humano.

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Retrato de Alex Jr. Kich, de mãos juntas, olhando para o lado
Sobre mim

Gosto de histórias que começam pequenas.

Uma fotografia.

Uma ausência.

Uma criança que sabe alguma coisa que não deveria saber.

Um sinal.

Um rio.

Um mapa esquecido debaixo da cama.

A partir daí, a história pode crescer o quanto precisar. Pode chegar a Netuno, atravessar o tempo ou inventar um mundo inteiro.

Mas alguém precisa continuar no centro, tentando entender o que está acontecendo.

Uma estrela que desaparece é um fenômeno.

Uma mãe que percebe que o mundo inteiro esqueceu que o filho dela existiu, isso é uma história.

É essa diferença que eu procuro.

Por onde começar

Não precisa conhecer tudo para entrar.

Capa de SINAL/RUÍDO Ficção científica

SINAL/RUÍDO

Um sinal real captado em 1977. Uma pergunta que nunca foi embora.

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Capa da coleção Crônicas Cosmológicas Mistério cosmológico

Crônicas Cosmológicas

Dez histórias independentes ligadas por algo que registra pessoas, acontecimentos e até versões da realidade que talvez nunca tenham existido.

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VVALANDOR Fantasia

VALANDOR

Um mundo onde os rios lembram e onde possuir um poder nunca resolve a pergunta mais importante: usá-lo para quê?

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Capa de Duas Irmãs e Oito Patas Literatura infantil

Duas Irmãs e Oito Patas

Duas meninas, dois cães e a suspeita de que uma casa comum pode esconder muito mais do que parece.

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Romance · Obra de origem

SINAL/RUÍDO

E se o sinal mais importante já tivesse chegado?

Em 15 de agosto de 1977, o radiotelescópio Big Ear, em Ohio, captou durante 72 segundos um sinal forte demais para ser ruído.

Um astrônomo circulou o registro e escreveu ao lado:

Wow!

O sinal nunca mais se repetiu.

SINAL/RUÍDO começa nesse episódio real.

Henrique, Marina e Lara seguem vestígios que ligam aquele sinal a coisas próximas demais: registros incompletos, coincidências que insistem em voltar, uma porteira, um desaparecimento.

O problema começa científico.

Depois deixa de ser.

A pergunta já não é apenas quem enviou o sinal.

É outra:

como a gente sabe que alguma coisa é, de fato, uma mensagem?

Talvez tenhamos passado tempo demais procurando respostas parecidas conosco.

Romance independente e obra de origem do universo das Crônicas Cosmológicas.

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Capa de SINAL/RUÍDO
Crônicas Cosmológicas

Dez histórias. Um Arquivo. Nenhuma resposta completa.

Depois de SINAL/RUÍDO, o universo se abre.

São dez romances com protagonistas, épocas e conflitos próprios. É possível entrar por qualquer um deles.

Por baixo de todos, porém, existe alguma coisa.

O Arquivo.

Ele registra pessoas, acontecimentos e versões do que poderia ter sido.

Às vezes sabe demais. Às vezes esquece.

E, de vez em quando, guarda coisas que ainda não deveriam existir.

Nenhum volume explica o Arquivo inteiro. De propósito.

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Fantasia

VALANDOR

Um mundo onde os rios lembram.

Valandor começou como uma história e cresceu até ganhar povos, mapas, passado, mitologia e regras próprias.

No centro está Kayla, que carrega o Dom.

Mas possuir um poder não responde à pergunta mais difícil:

mesmo podendo, deveria?

Um rio capaz de guardar memórias é uma ideia.

Vira história quando uma menina descobre que esse rio guarda alguma coisa sobre a própria família.

Livro I

O Que o Rio Esqueceu

Na família de Kayla, todos confundem proteção com silêncio.

O que ninguém contou a ela ficou guardado em algum lugar.

E o rio Orasûn lembra.

Ao lado de Aelora, Kayla segue o curso do rio até onde histórias familiares sobrevivem justamente porque ninguém pensou em procurá-las ali.

Só que memória não é a mesma coisa que verdade inteira.

E o Dom não decide por ela o que fazer com aquilo que encontrar.

Livro II

O Que a Água Carrega

A água não apenas guarda.

Ela leva.

Memórias, escolhas e consequências seguem o curso até lugares que ninguém previa.

Livro III

O Que o Nome Preserva

Se memórias podem falhar e histórias podem ser reescritas, o que ainda mantém alguém sendo quem é?

Talvez o nome.

Livro I disponível em inglês como What the River Forgot.

Capa de Duas Irmãs e Oito Patas: Kayla, Kamila, Max e Pandora
Literatura infantil

Duas Irmãs e Oito Patas

Algumas aventuras começam debaixo da cama.

Esta nasceu em casa.

É uma série infantil escrita para minhas filhas, Kayla e Kamila, protagonizada por elas e pelos nossos cães, Max e Pandora.

Duas irmãs.

Dois cães.

Oito patas.

Aqui não existe Arquivo, sinal vindo do espaço ou rio de mil anos.

Existe uma casa.

Um quintal.

Objetos esquecidos.

E aquela certeza que as crianças têm de que qualquer coisa pode esconder uma aventura.

Livro 1 · O Mapa Debaixo da Cama

Um mapa aparece debaixo da cama.

Para Kayla, isso basta.

Não é papel velho.

É uma pista.

A casa muda de tamanho. O quintal ganha territórios. Max e Pandora entram na investigação. Kamila, ainda bebê, participa do jeito dela.

No fim da trilha, o tesouro não é ouro.

É uma lembrança da infância do pai, guardada durante anos esperando alguém encontrá-la.

A série cresce junto com as meninas.

Cada livro acompanha uma nova fase.

Livro 1 disponível na Amazon.

Ilustração: Kayla na cama com o mapa, a bebê e o cachorro Ilustração: Kayla no quintal segurando o mapa
Ficha de personagem: Kayla em pé
Kayla
Ficha de personagem: Kamila na almofada
Kamila
Ficha de personagem: Pandora
Pandora
Ficha de personagem: Max
Max
Antes das palavras, o lápis

Desenho desde muito antes de escrever meu primeiro livro.

Retratos. Animais. Personagens. Lugares.

Uma árvore agarrada a uma ilha flutuante.

Um rosto que ainda não tinha nome.

A cara de uma cocker que eu conhecia de cor.

Às vezes o desenho vira história.

Outras vezes, é a história que precisa do desenho para eu descobrir como ela é.

Também componho.

Talvez seja tudo parte da mesma coisa: encontrar uma forma de transformar algo que existe na cabeça em alguma coisa que outra pessoa possa ver, ouvir ou imaginar.

Como eu escrevo

Sempre me interessei por sistemas.

Regras, padrões, estruturas que deveriam funcionar de determinado modo.

Principalmente quando funcionam exatamente como deveriam e, ainda assim, alguma coisa dá errado.

Essa pergunta aparece de formas diferentes no que escrevo:

o que acontece quando o sistema funciona perfeitamente, mas o resultado está errado?

Em SINAL/RUÍDO, existe informação de sobra e nenhuma garantia de significado.

Nas Crônicas Cosmológicas, os registros podem estar corretos e ainda assim descrever uma realidade impossível.

Em VALANDOR, conhecer as regras de um poder não diz quando ele deve ser usado.

Mas não começo pelas regras.

Começo procurando alguém que será atingido por elas.

O mistério precisa ser compreensível, mas não precisa desaparecer.

Uma resposta pode esclarecer alguma coisa sem transformar o desconhecido num manual de instruções.

E personagem não existe para explicar o mundo ao leitor.

Precisa querer alguma coisa. Errar. Ter medo. Proteger alguém. Fazer perguntas inconvenientes. Rir na hora errada.

É por isso que consigo escrever sobre um sinal vindo do espaço, um mundo de fantasia e duas meninas seguindo um mapa pelo quintal sem considerar essas histórias incompatíveis.

A escala muda.

A pessoa no centro, não.

Livros
  • SINAL/RUÍDO: publicado. Ver o livro
  • VALANDOR · O Que o Rio Esqueceu: edição em inglês disponível como What the River Forgot. Nova edição em português em desenvolvimento.
  • Duas Irmãs e Oito Patas · O Mapa Debaixo da Cama: publicado. Comprar na Amazon
  • Crônicas Cosmológicas: coleção em desenvolvimento. O Livro I, Os Deuses Não Têm Filhos, já está à venda.

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